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Rio Verde,03/02/2026

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BASTIDORES, CONCESSÕES E MUDANÇA DE DISCURSO REACENDEM DEBATE SOBRE CAPACIDADE ADMINISTRATIVA DE DANIEL VILELA

BASTIDORES, CONCESSÕES E MUDANÇA DE DISCURSO REACENDEM DEBATE SOBRE CAPACIDADE ADMINISTRATIVA DE DANIEL VILELA


BASTIDORES, CONCESSÕES E MUDANÇA DE DISCURSO REACENDEM DEBATE SOBRE CAPACIDADE ADMINISTRATIVA DE DANIEL VILELA

Circulam em Jataí, no sudoeste de Goiás, relatos de bastidores envolvendo a desmobilização da fazenda da família Vilela, tradicional produtora de leite na região, após a morte do ex-governador Maguito Vilela. Segundo essas versões, o patrimônio rural teria sido integralmente vendido pelo herdeiro político, Daniel Vilela. Moradores afirmam que a venda incluiu toda a estrutura da propriedade, “até os mourões e o curral”.


As informações, embora não oficialmente confirmadas, levantam questionamentos sobre a condução patrimonial do herdeiro e alimentam críticas quanto à sua capacidade de gestão. Para críticos, se nem mesmo um patrimônio familiar histórico teria sido preservado, surge a dúvida sobre a aptidão administrativa para conduzir a máquina pública estadual.


A trajetória política de Daniel Vilela é frequentemente associada à influência direta de Maguito Vilela. Antes de ingressar na vida pública, teve passagem sem destaque pelo Goiás Esporte Clube e, posteriormente, iniciou carreira política amparado pelo capital eleitoral do pai, chegando ao cargo de deputado. Avaliadores apontam que esse percurso ocorreu sob forte tutela política.


Após a morte de Maguito, Daniel teria promovido uma inflexão estratégica. O discurso de oposição ao atual governador Ronaldo Caiado foi abandonado, culminando em uma aliança política que o levou à vice-governadoria. Para antigos aliados, a mudança representou a incapacidade de liderar o campo oposicionista que se formava naquele momento.


Já no exercício do cargo de vice-governador, Daniel Vilela participou de decisões administrativas que seguem sendo alvo de questionamentos, como a concessão do Estádio Serra Dourada. O governo estadual anunciou investimentos da ordem de R$ 14 milhões para a modernização da iluminação do complexo esportivo. Pouco tempo depois, a concessão foi firmada por aproximadamente R$ 10 milhões.


A sequência dos fatos gerou críticas de especialistas e opositores, que apontam inconsistência econômica na operação. Apenas considerando os valores anunciados, a conta indicaria um prejuízo direto aos cofres públicos, sem levar em conta o valor total da obra, da estrutura e do terreno do estádio.




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