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Rio Verde,03/02/2026

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CAIADO É ALVO DE REVOLTA: MILITARES DENUNCIAM PERDAS SALARIAIS, CALOTES E PROMOÇÕES POLÍTICAS

CAIADO É ALVO DE REVOLTA: MILITARES DENUNCIAM PERDAS SALARIAIS, CALOTES E PROMOÇÕES POLÍTICAS


CAIADO É ALVO DE REVOLTA: MILITARES DENUNCIAM PERDAS SALARIAIS, CALOTES E PROMOÇÕES POLÍTICAS

Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Goiás afirmam que, desde 2019, acumulam perdas funcionais e salariais, resultado de promessas não cumpridas pelo governador Ronaldo Caiado nas campanhas de 2018 e 2022. Eles relatam que anúncios de avanços nunca se concretizaram. “E esse cara tem a petulância de dizer que inventou a melhor polícia de Goiás. O que temos é herança de outros governos”, disse um oficial ao Goiás24Horas.


Abono permanência


Segundo os militares, o governo retirou o abono permanência exclusivamente de PMs e Bombeiros em 2019, mantendo o benefício para servidores civis, Judiciário e Ministério Público. A medida só foi revertida após decisão judicial que obrigou o Estado a pagar valores retroativos.


Direitos retirados


A categoria contabiliza a perda de 22 direitos. Entre eles, quatro datas-bases não pagas, fim da promoção imediata, redução das promoções anuais, revogação do IP-20 e ausência de reajuste para pensões estaduais desde 2019. A taxação de veteranos e pensionistas também é vista como golpe severo imposto pela atual gestão.


Promoções politizadas


Oficiais denunciam a “banalização” do ato de bravura — antes uma excepcionalidade — e afirmam que o critério político passou a influenciar promoções. De acordo com eles, militares experientes vêm sendo preteridos por recém-chegados sem histórico na corporação, promovidos graças ao alinhamento ao Palácio das Esmeraldas.


Estrutura deteriorada


Críticas também atingem a falta de regulamentação da Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e Bombeiros (LOB), a inexistência de reorganização do efetivo e a ausência de reposição das vagas deixadas por morte, aposentadoria ou transferência. Segundo a categoria, o cenário compromete o fluxo de carreira e agrava o desgaste das corporações.


Os oficiais sustentam que, enquanto a propaganda oficial vende uma polícia fortalecida, a tropa convive com retrocessos acumulados e um ambiente de crescente insatisfação.




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