IA E VÍDEOS FALSOS GANHAM ESPAÇO ENTRE OS RISCOS À DEMOCRACIA
FOTO: AGÊNCIA BRASIL Vídeos falsos produzidos com inteligência artificial e conteúdos de baixa qualidade estão mudando o cenário da desinformação nas eleições. O alerta está em um novo guia publicado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, o CGI.br.
Segundo o documento, os vídeos passaram a ser um dos principais formatos utilizados para espalhar conteúdos enganosos. A circulação também mudou: além das redes sociais abertas, aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, ganharam espaço na disseminação dessas informações.
As chamadas deepfakes, produzidas ou modificadas com inteligência artificial, estão cada vez mais realistas e podem dificultar a identificação de conteúdos falsos, inclusive por pessoas acostumadas a verificar informações.
O guia também chama atenção para outro efeito: a circulação de conteúdos falsos pode aumentar a desconfiança em relação a informações verdadeiras e instituições.
Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da educação midiática e da verificação das informações antes de compartilhar conteúdos. O guia do CGI.br apresenta orientações para ajudar os usuários a identificar materiais enganosos e evitar que informações falsas sejam disseminadas.
O documento também aborda o funcionamento dos algoritmos de recomendação, o impacto da inteligência artificial nas eleições e o uso de ferramentas como deepfakes e modelos de linguagem.






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